Portugal está à beira de uma transformação. Alguns jornais apercebem-se e comentadores falam disso mas o problema é muito grave e poucas medidas são feitas para lutar contra isto.
Existem vários pontos a salientar :
- a justiça neste país não funciona, ainda se usam métodos draconianos para se resover casos como o uso de papel amíude porque os trabalhadores não têm nem o sistema informático necessário nem a formação para lidar com os processos de outra forma. Depois existe a impunidade por um lado dos juizes como o Presidente do CJ e dos prevaricadores que possuem influências que emperram processos até à sua revogação, isto quando eles chegam a processos. O governo, tal como os anteriores, faz que sim e enterra a cabeça na areia. E que dizer da polícia, que ainda se comporta como se estivesse no século passado com os oficiais a pavnearem-se nas esquadras sem grande capacidade para liderar em vez de chefiar o seu grupo de agentes que ao vê-los engalanados vão-lhes tirando as penas , uma a uma.
- a maioria da população é empregada de outrém. Ou seja não foge aos impostos significativamente (alguns recebem em dinheiro parte do salário ou facturas e beneficios e fogem alguma coisa). É a estes que se foi pouco a pouco limando os salários à custa de politicas apontadas para eles como boas e tentando-se compensar os que caem na franja do desemprego com subsidios como o rendimento mínimo. Agora aponta-se para os direitos como as horas de trabalho ou a segurança laboral com a desculpa de que o mercado laboral é rigido.
Com cada vez mais desempregados , uma cultura de empregado/patrao estabelecida e uma justiça para os prevaricadores pouco efectiva e eficiente (temos mais juizes que a maioria , mais policias , mais professores,etc) isto via ferver em breve. Poruqe a questão é o sentido das políticas dos sucessivos governos. Se dás com o chicote em vez da cenoura não vais a lado nenhum. Se cortas benefícios aos professores ( a meu ver bem) tens de atirar com cenouras para os motivar( mesmo que não o mereçam). Se atacas os trabalhadores com IMIs,IAs, IRS,IVA, portagens, etc tens de lhes dar algo. E não te podes esquecer dos patrões que não podem aproveitar-se do facto do nosso mercado ser ineficiente para aumetarem os seus salários todos os anos e explorarem mais uns putos que entram no mercado de trabalho para lhes pagarem nem o minimo que eles valem (ou que cobram por eles aos clientes) com a desclupa da formação on job. Tem de haver rigor. Temos de nos sacudir do marasmo que são estes empregos de baixo custo e logo de baixa produtividade e precários.
Defendo infelizmente que temos de olhar para fora. Ver como os outros trabalham, rejeitar as fábricas de baixo custo e ir á procura do alto nivel pedidoseja em sistemas de informação, seja na medicina, ou nas energuas renováveis. O ensino não pode facilitar mas deve sim exigir. Os professores devem ser apoiados e deve-se exigir deles qualidade (não este passa , passa ). Aqueles portugueses que não querem estudar ou trabalhar que se deixem emigrar e que se atraiam aqueles que querem. É melhor ter romenos a saberem bem o protuguês e bons alunos( como já existem) do que magalas que só vão engrossar o crime e desemprego.
Como isto não vai ser feito não dois mais que dois/três anos na actual situação ara termos a primeira situação de pilhagem ou assassinios nas ruas em Portugal..
Zé