TGV

Posted on November 13th, 2009 in 1 | No Comments »

Much has been written about the TGV in the last months and about the european lane of railroad the EU is sponsoring that  will cross a few EU countries. The TGV is a high speed which can reach speeds of 300 km/h and has been developed for some time ago. However its technology is a bit like the Concorde: it’s fast but not cheap or efficient. And if it were not for the France support it would have fallen in a dead zone some years ago.

1-tgv-duplex

In Portugal the government is trying to push forward these two lanes of TGV, at a cost of 4 billion euros  pointing some reasons which I pass to discussing here:

1) The TGV will link us faster to Spain and the EU . I have to disagree with this as the plain is faster,cheaper and it does not cost a cent of my taxes. Besides I don’t think that after the too many highways made to link us to Spain (Portugal is the king of useless investment in tar and concrete as the tolls put afterwards make everyone use the cheaper national road) such a reason is valid.

2) EU is financing it and we must not loose this opportunity. That argument is dangerous and  it was used for example in the Euro 2204 where some cities built stadiums that now cannot afford to maintain, like Leiria, with the excuse the government was helping with part of the costs. EU is supporting with a third of the costs. And even if it was 2 thirds money should be spent with a reason and self sufficiency in the horizon and not just because someone is helping wiith bill.

3)  The demand of passengers and merchandises will be sufficient to allow this to be a viable public work. I think everyone agrees that after the Eurostar flop this is another white elephant that everyone will pay for a very long time. Because we are not a rich country and people here prefer the cheaper route to expensive one. Always.

4) It will create a lot of jobs. Jobs that aren’t sustainable by themselves and that are low paid are not what we should look for. When the public work ends most of the jobs will be lost. Until the next big white elephant

So giving the nonsense of these reasons why all the pushing of TGV by this government ?  Because there are at stake great interests that we do not see clearly like there were in Ota’s airport. Someone is planning to make a lot of money at the taxpayer’s expense. And in a country with 8% of public deficit it is criminal to think on a work like this. Because we are condemning the future generations of portuguese to pay for these works.

In my country there are a few strategies that are working like the alternative energy support or the new opportunities plan. This is NOT one of them.

P.S. Check the Jacques Soifer article on this issue http://sol.sapo.pt/blogs/jbdlegs/archive/2009/03/07/TGV-ou-TGD-_2800_AlfaLight_2900_-_3F00_.aspx

Never again

Posted on October 18th, 2009 in Uncategorized | No Comments »

A few days ago I decided to buy a game called Emperor Total War. This is a game of the saga Total War which I really like and have bought all the previous games,  like Rome Total War or Medieval. When I saw the price , forbidden as all recent games (50 euros !!!!), I was appalled. Nevertheless I bought it sure that I was in for a good time butbear in the fact that this is costing as much as an U2 concert!!!!.

When I tried to install it in my no-internet-connected computer this steam thing appeared and tried to connect to the internet. Without it the game just don’t install. Great f*@@! game!!! Never again I will buy a total war game or any that has steam on it. F*@@k STEAM!!!

Rafa

Redacção (resultado das politicas de M.L.Rodrigues)

Posted on October 2nd, 2009 in Uncategorized | No Comments »

(Texto verídico retirado de uma prova livre de Língua Portuguesa,
realizada por um aluno do 9º ano, numa Escola Secundária das Caldas da
Rainha (para ler, estarrecer e reflectir…!!!))

REDAXÃO

‘O PIPOL E A ESCOLA’

Eu axo q os alunos n devem d xumbar qd n vam á escola. Pq o aluno tb tem
Direitos e se n vai á escola latrá os seus motivos pq isto tb é perciso ver
q á razões qd um aluno não vai á escola. Primeiros a peçoa n se sente
motivada pq axa q a escola e a iducação estam uma beca sobre alurizadas.

Valáver, o q é q intereça a um bacano se o quelima de tráso smontes é munto
Montanhoso? Ou se a ecuação é exdruxula ou alcalina? Ou cuantas estrofes tem
um cuadrado? Ou se um angulo é paleolitico ou espongiforme? Hã?

E ópois os setores ainda xutam preguntas parvas tipo cuantos cantos tem ‘os
Lesiades’’s, q é u m livro xato e q n foi escrevido c/ palavras normais mas
q no aspequeto é como outro qq e só pode ter 4 cantos comós outros, daaaah.

Ás veses o pipol ainda tenta tar cos abanos em on, mas os bitaites dos
profes até dam gomitos e a Malta re-sentesse, outro dia um arrotou q os
jovens n tem abitos de leitura e q a Malta n sabemos ler nem escrever e a
sorte do gimbras foi q ele h-xoce bué da rapido e só o ‘garra de lin-chao’ é
q conceguiu assertar lhe com um sapato. Atão agora aviamos de ler tudo qt é
livro desde o  Camóes até á idade média e por aí fora, qués ver???

O pipol tem é q aprender cenas q intressam como na minha escola q á um curço
de otelaria e a Malta aprendemos a faser lã pereias e ovos mois e piças de
xicolate q são assim tipo as pecialidades da rejião e ópois pudemos ganhar
um gravetame do camandro. Ah poizé. Tarei a inzajerar?

Great musics

Posted on August 13th, 2009 in Uncategorized | No Comments »

Recently I have been entangled by the great sounds that have been popping now.

My favorite Halo by Beyonce is jamming my mind into a mixture of feelings . After that I evolved to Down by Jay Sean which is an upbeat song which take us to a level of coolness. Then I was amused and enjoyed the surprise of getting the funny Please don\’t leave me by Pink.

Kate Perry’s Waking up in Vegas is very good like all of her music. It makes me wanna do something wild… But maybe that is the point.. :).

A friend sent me the remix of an oldie which is good Stuck on you 3T and relaxed.

But my obssession and number one music is  now Obssessed by Mariah Carey… I can’t stop hearing it…. I am going nuts about it……

Rafa

Não resisti

Posted on July 1st, 2009 in Uncategorized | No Comments »

Desta vez o post não é meu mas é tao engraçado que nao resisti….

‘Segunda-feira passada, a meio da tarde, faço a A-6, em direcção a Espanha e na companhia de uma amiga estrangeira; quarta-feira de manhã, refaço o mesmo percurso, em sentido inverso, rumo a Lisboa. Tanto para lá como para cá, é uma auto-estrada luxuosa e fantasma. Em contrapartida, numa breve incursão pela estrada nacional, entre Arraiolos e Borba, vamos encontrar um trânsito cerrado, composto esmagadoramente por camiões de mercadorias espanhóis. Vinda de um país onde as auto-estradas estão sempre cheias, ela está espantada com o que vê:

- É sempre assim, esta auto-estrada?
- Assim, como?
- Deserta, magnífica, sem trânsito?
- É, é sempre assim.
- Todos os dias?
- Todos, menos ao domingo, que sempre tem mais gente.
- Mas, se não há trânsito, porque a fizeram?
- Porque havia dinheiro para gastar dos Fundos Europeus, e porque diziam que o desenvolvimento era isto.
- E têm mais auto-estradas destas?
- Várias e ainda temos outras em construção: só de Lisboa para o Porto, vamos ficar com três. Entre S. Paulo e o Rio de Janeiro, por exemplo, não há nenhuma: só uns quilómetros à saída de S. Paulo e outros à chegada ao Rio. Nós vamos ter três entre o Porto e Lisboa: é a aposta no automóvel, na poupança de energia, nos acordos de Quioto, etc. - respondi, rindo-me.
- E, já agora, porque é que a auto-estrada está deserta e a estrada nacional está cheia de camiões?
- Porque assim não pagam portagem.
- E porque são quase todos espanhóis?
- Vêm trazer-nos comida.
- Mas vocês não têm agricultura?
- Não: a Europa paga-nos para não ter. E os nossos agricultores dizem que produzir não é rentável.
- Mas para os espanhóis é?
- Pelos vistos…

Ela ficou a pensar um pouco e voltou à carga:

- Mas porque não investem antes no comboio?
- Investimos, mas não resultou.
- Não resultou, como?
- Houve aí uns experts que gastaram uma fortuna a modernizar a linha Lisboa-Porto, com comboios pendulares e tudo, mas não resultou.
- Mas porquê?
- Olha, é assim: a maior parte do tempo, o comboio não ‘pendula’; e, quando ‘pendula’, enjoa de morte. Não há sinal de telemóvel nem Internet, não há restaurante, há apenas um bar infecto e, de facto, o único sinal de ‘modernidade’ foi proibirem de fumar em qualquer espaço do comboio. Por isso, as pessoas preferem ir de carro e a companhia ferroviária do Estado perde centenas de milhões todos os anos.
- E gastaram nisso uma fortuna?
- Gastámos. E a única coisa que se conseguiu foi tirar 25 minutos às três horas e meia que demorava a viagem há cinquenta anos…
- Estás a brincar comigo!
- Não, estou a falar a sério!
- E o que fizeram a esses incompetentes?
- Nada. Ou melhor, agora vão dar-lhes uma nova oportunidade, que é encherem o país de TGV: Porto-Lisboa, Porto-Vigo, Madrid-Lisboa… e ainda há umas ameaças de fazerem outro no Algarve e outro no Centro.
- Mas que tamanho tem Portugal, de cima a baixo?
- Do ponto mais a norte ao ponto mais a sul, 561 km.
Ela ficou a olhar para mim, sem saber se era para acreditar ou não.
- Mas, ao menos, o TGV vai directo de Lisboa ao Porto?
- Não, pára em várias estações: de cima para baixo e se a memória não me falha, pára em Aveiro, para os compensar por não arrancarmos já com o TGV deles para Salamanca; depois, pára em Coimbra para não ofender o prof. Vital Moreira, que é muito importante lá; a seguir, pára numa aldeia chamada Ota, para os compensar por não terem feito lá o novo aeroporto de Lisboa; depois, pára em Alcochete, a sul de Lisboa, onde ficará o futuro aeroporto; e, finalmente, pára em Lisboa, em duas estações.
- Como: então o TGV vem do Norte, ultrapassa Lisboa pelo sul, e depois volta para trás e entra em Lisboa?
- Isso mesmo.
- E como entra em Lisboa?
- Por uma nova ponte que vão fazer.
- Uma ponte ferroviária?
- E rodoviária também: vai trazer mais uns vinte ou trinta mil carros todos os dias para Lisboa.
- Mas isso é o caos, Lisboa já está congestionada de carros!
- Pois é.
- E, então?
- Então, nada. São os especialistas que decidiram assim.

Ela ficou pensativa outra vez. Manifestamente, o assunto estava a fasciná-la.

- E, desculpa lá, esse TGV para Madrid vai ter passageiros? Se a auto-estrada está deserta…
- Não, não vai ter.
- Não vai? Então, vai ser uma ruína!
- Não, é preciso distinguir: para as empresas que o vão construir e para os bancos que o vão capitalizar, vai ser um negócio fantástico! A exploração é que vai ser uma ruína - aliás, já admitida pelo Governo - porque, de facto, nem os especialistas conseguem encontrar passageiros que cheguem para o justificar.
- E quem paga os prejuízos da exploração: as empresas construtoras?
- Naaaão! Quem paga são os contribuintes! Aqui a regra é essa!
- E vocês não despedem o Governo?
- Talvez, mas não serve de muito: quem assinou os acordos para o TGV com Espanha foi a oposição, quando era governo…
- Que país o vosso! Mas qual é o argumento dos governos para fazerem um TGV que já sabem que vai perder dinheiro?
- Dizem que não podemos ficar fora da Rede Europeia de Alta Velocidade.
- O que é isso? Ir em TGV de Lisboa a Helsínquia?
- A Helsínquia, não, porque os países escandinavos não têm TGV.
- Como? Então, os países mais evoluídos da Europa não têm TGV e vocês têm de ter?
- É, dizem que assim entramos mais depressa na modernidade.
Fizemos mais uns quilómetros de deserto rodoviário de luxo, até que ela pareceu lembrar-se de qualquer coisa que tinha ficado para trás:
- E esse novo aeroporto de que falaste, é o quê?
- O novo aeroporto internacional de Lisboa, do lado de lá do rio e a uns 50 quilómetros de Lisboa.
- Mas vocês vão fechar este aeroporto que é um luxo, quase no centro da cidade, e fazer um novo?
- É isso mesmo. Dizem que este está saturado.
- Não me pareceu nada…
- Porque não está: cada vez tem menos voos e só este ano a TAP vai cancelar cerca de 20.000. O que está a crescer são os voos das low-cost, que, aliás, estão a liquidar a TAP.
- Mas, então, porque não fazem como se faz em todo o lado, que é deixar as companhias de linha no aeroporto principal e chutar as low-cost para um pequeno aeroporto de periferia? Não têm nenhum disponível?
- Temos vários. Mas os especialistas dizem que o novo aeroporto vai ser um hub ibérico, fazendo a trasfega de todos os voos da América do Sul para a Europa: um sucesso garantido.
- E tu acreditas nisso?
- Eu acredito em tudo e não acredito em nada. Olha ali ao fundo: sabes o que é aquilo?
- Um lago enorme! Extraordinário!
- Não: é a barragem de Alqueva, a maior da Europa.
- Ena! Deve produzir energia para meio país!
- Praticamente zero.
- A sério? Mas, ao menos, não vos faltará água para beber!
- A água não é potável: já vem contaminada de Espanha.
- Já não sei se estás a gozar comigo ou não, mas, se não serve para beber, serve para regar - ou nem isso?
- Servir, serve, mas vai demorar vinte ou mais anos até instalarem o perímetro de rega, porque, como te disse, aqui acredita-se que a agricultura não tem futuro: antes, porque não havia água; agora, porque há água a mais.
- Estás a dizer-me que fizeram a maior barragem da Europa e não serve para nada?
- Vai servir para regar campos de golfe e urbanizações turísticas, que é o que nós fazemos mais e melhor.
Apesar do sol de frente, impiedoso, ela tirou os óculos escuros e virou-se para me olhar bem de frente:
- Desculpa lá a última pergunta: vocês são doidos ou são ricos?
- Antes, éramos só doidos e fizemos algumas coisas notáveis por esse mundo fora; depois, disseram-nos que afinal éramos ricos e desatámos a fazer todas as asneiras possíveis cá dentro; em breve, voltaremos a ser pobres e enlouqueceremos de vez.

Ela voltou a colocar os óculos de sol e a recostar-se para trás no assento. E suspirou:

- Bem, uma coisa posso dizer: há poucos países tão agradáveis para viajar como Portugal! Olha-me só para esta auto-estrada sem ninguém! ‘

Rafa

Visita a Mainz

Posted on May 19th, 2009 in Uncategorized | 2 Comments »

Recentemente tive de fazer uma viagem a Alemanha, a bonita cidade de Mainzque fica  perto de Frankfurt.
Já lá tinha ido recentemente e a minha opinião dos habitantes nunca foi a mais carinhosa. Frios e distantes os alemães ái residentes confirmavam sempre a ideia geral que se tem deles cá fora. Nicht sprechen english é a frase mais usada para não terem de responderem perguntas de estrangeiros. E o olhar que alguns nos lançam diz mais que muitas palavras.
No entanto isso deve ser mais comum no centro da cidade pois desta vez tive a sorte de estar num hotel pousada, situado dentro da area residencial onde as pessoas foram fantásticas na hospitalidade, trataram me como uma pessoa conhecida que os estavca a visitar e estiveram sempre disponiveis para ajudar apesar da tradicional dificuldade de falar inglês. A título de exemplo lembro uma manhã em que tive de ir para o emprego pela primeira vez e não tinha indicações precisas para ir lá. Indaguei no hotel mas como a senhora muito simpatica falava mal ingles consegui perceber que tinha de ir para a esquerda mas nada mais para alem disso.
Saio do hotel determinado a perguntar a un transeunte e descubro a senhora cá fora à minha espera. acompanhou-me parte do caminho e explicou-me durante este periodo como chegar ao emprego. Fiquei embasbacado e feliz por ver esta hospitalidade.
E ainda por cima é mais barato o hotel…..
Hiltons para quê??

Rafa

Direi o nome se perguntarem…  

Random thoughts

Posted on April 24th, 2009 in Uncategorized | No Comments »

Pepe’s aggression
I was surprised to see the behaviour of Pepe in last Real Madrid-Getafe. When he started kicking the striker on the floor like he was a soccer ball I sensed a void in his eyes that chilled me.I am not part of those who  now are criticizing and insulting the player as if others had not done similar things before. Just remember Zidane’s headbutt and the look on his face while giving it. For me what is more disturbing it is that Pepe had not done anything similar in his career and therefore shows that we all are capable of doing similar things.

Racism conference
This conference is everything but a racism an equality conference as it presents itself . After Ahamadinejad rocking the boat with his flamed speech calling the state of Israel a racist and more the moderator now cuts the speech of a lower representantive which wanted to speak about his personal suffering at the hands of Libyan authorities. what is the plan here? Some are more equal than others ?

Portugal
Honestly I think my country is falling apart. It is not alone in drop, Spain and Greece are following right behind . Everyday I see news of companies going bankrupt, layoffs and layouts and now the FMI is giving it a -4% GDP growth.
In a situation like this it would be normal to see the Government taking actions to solve the crysis but no. As it is time of elections the PM gives handouts to his left and right like money is infinite. Was that the reason our PM asked us to tight the belt in the beginning of his term? And he persist on doing the TGV , this big white elephant that will fill the pockets of a minority and raise the debt of our children to come (and will not be used by more than 5% of the population anyway because it  will be expensive).
It hurts me to say this but it is like Portugal is a patient with a cold and instead of giving it a medicine to cure it we just warm up some compresses and put it in its head. The best technicians are fleeing the country for better conditions and education and we are stuck on this narrow line of thought that somehow if we sit tight and pray, everything is going to better someday somehow.

Master
I interrupted my master’s this week. I could not go on doing that thing just for the sake of a degree. We have to feel that when you exchange your precious family time for a class at night  it must be worth it. Not the case there. I would not recommend doing a master’s on my school. Let us try new things. I am going to enroll in a different school this fall.  

Meia Maratona de Lisboa 2009

Posted on March 23rd, 2009 in Uncategorized | 4 Comments »

No ambito da minha preparação para a meia-maratona resolvi inscrever-me nesta corrida. pela primeira vez. Como nunca corri em estrada (sou mais um corredor de passadeira) não arrisquei e fui para os 7 kms junto com a maralha do costume. Já me tinha inscrito na corrida do Tejo mas acabei por não ir porque estava constipado. Curionsamente esta sexta voltei a espirrar bastante e já estava a ver que ia faltar a esta corrida também. Parece que o corpo suspeita do que vem aí e arranja maneira de se esquivar :).

De manhãzinha olhei para o ceu, enevoado , quase parecia chuva, e praticamente desisti. Para ir piorar a minha recuperação mais valia ficar sentado. Mas depois vi que o dia prometia sol e lá me meti a caminho.
Começou mal a minha travessia já que o comboio que iria levar aquela gente toda para a ponte demorou uns fantasticos 15 mns o que foi suficiente para que à chegada a Campolide já estivessemos todos como sardinhas enlatadas (ainda bem que levei muito pouco).  Mas enfim toda a gente saiu ebm disposta no final e encaminhou-se ordeiramente para a partida da corrida. No trajecto não havia ninguém para além da maralha e das raparigas da Vodafone a entregarem bonés e balões. Ao fim de uns 10mns de caminhada chegámos as 9h20 perto sitio da partida. Bom tempo pensei eu, vamos estar lá a horas. Qual quê, as cancelas estavam fechadas nas rampas de acesso ao local de partida, rampas essas que só permitiam passar 5 de cada vez. Tivemos que aguentar 30 e tal mns com balões a bater-nos na cara (uns quantos rebentaram misteriosamente) e os furoes do costume a tentar passar à frente até abrirem o raio das cancelas. os últimos irritavam-me profundamente porque a maioria era velhotes que vinha passear e que depois na corrida em si iria andar a nossa frente. Para quê então chegar mais cedo daquela forma imoral ?
Confesso que fechei alguns. Aqueles com balões principalmente. já bastava o passar a frente, ainda levar com balões é que não.
Quando chegámos à partida já tinha começado havia 5 mns. Como ia acompanhado e com montes de pessoas á frente fiz a ponte em relax  a correr ao que imagino seriam uns 8/ 8,5 na passadeira. deu paraconversar apreciar a vista e sentir-me bem a respirar aquele ar marinho. O pessoal estava  todo a correr como se a corrida fossem 2 Kms e começámos a ser ultrapassados por muita gente. Mas não me incomodou porque a sensação de bem estar era grande e a única coisa que me fazia impressão era a palma de um dos pés que me doia um pouco. Vi miudos e graudos a correrem como se aquilo fosse uma corrida de velocidade e não de resistência. Vi duas raparigas giras com mochila e puloveres brancos amarrados a cintura e tudo a correrem à louca e até me senti tentado a ir atrás (instinto de predador, ao ver duas gazelas).
 Perto do final da ponte a minha companhia disse que ia andar um pouco e deixou-me á vontade pelo que comecei então a acelerar. Não muito , talvez uns 9,5/10 na passadeira . comecei a ver os despojos sangrentos da batalha pelo caminho, ou seja, muitas das pessoas que nos tinham ultrapassado agora andavam no caminho tapando-o sem consideração pelos que vinham atrás. O meu trabalho era ir aos zigzagues mas até animava o percurso. Não sabia a distância percorrida quando saí da ponte mas entrei na descida e o percurso ainda se tornou mais fácil. Quase não fazia esforço para correr e tinha era de abrandar o ritmo para não entra em velocidades loucas. Passei pelas duas gazelas a andar uma delas a dizer , tás a ver como íamos demasiado depressa?. Ri-me para dentro e continuei a minha marcha sem grande esforço e sem saber a quantos andava. Quando entramos no percurso plano passamos um arco EDP que não percebi que quilometro indicava. continuei agora já a ficar cansado. Ao segundo arco as pernas já me doiam e o percurso sempre igual já aborrecia e apetecia-me parar do cansaço. Perguntei a um corredor ao meu lado a quantos iamos e ele disse que a 5 e qualquer coisa. Aí pensei por causa de 1,5 não vou parar e estuguei o passo. O sexto foi um instante e embora os primeiros 500m do setimo fossem duros os ultimos  foram um descanso e acabei com 52 mns o que não foi mau. Até porque comecei atrasado,
Hoje doem-me as pernas e o pé em questão e ponho me a duvida. Será que devo ir na corrida dos 10kms no proximo fim de semana ? A ver vamos.

P.S. Não se compreende esta organização com tantas edições já feitas..

Rafa

Mais uma ajuda

Posted on March 8th, 2009 in Uncategorized | No Comments »

    Se alguem duvidasse de que este campeonato está viciado voltámos a ver casos esquisitos nos jogos dos rivais do SCP estas duas semanas. A primeira já o meu amigo Buz fez referência com o Porto a abusar da virilidade com o cumulo do pisão do Lucho no Derlei passar como se fosse uma dança de flamenco trocada.
 Só faltava o arbitro expulsar o Derlei por teatro já que cartões para o Porto nada.
Neste fim de semana voltámos a ver que o Porto compra o guarda-redes adversário( literalmente pois Beto é jogador do Porto anunciado esta semana) e ganha com frangos e outra mão suspeita na bola. Depois do Nacional começam a ser muitas mãos sem explicação.
O Benfica ganhou com um livre que não existiu nos ultimos minutos numa mostra de campos inclinados para os dois rivais.
Já não acredito no titulo, está demasiado escuro pela sujidade destas sucessivas ocorrências.
P.S. Fartei-me de rir com duas situações:
1. Na 2F o Silvio Cervain nos Donos da Bola na Sic Noticias (que piorou com a saida do Seara)  a afirmar peremptoriamente que este ano só tinham sido beneficiados uma vez. Quase me engasguei de tanto rir. Fantasy world..
2. Nos comentarios do jogo Leixões Porto no segundo golo do Porto ouve -se o tipo a exultar dizendo ‘Golo do Porto! PORTO! PORTO! PORTO! ‘  Isto na RTP1…. Tscc

The battle

Posted on February 7th, 2009 in Uncategorized | 2 Comments »

    I love to run.
    When I start running I feel the anticipation of a great race, my palms begin to feel sweaty , the body starts to give tiny jumps to the front as if testing whether the muscles are ready or not and the head is oozy with excitement. I start my cardio watch, turn on my mp3 player with a set of high beat music and there we go. I go slow at first, a fast walk to get used to the effort in an attempt to prepare what is going to happen next. My body is eager ,waiting for the next step of the run, feeling that this warm up is taking too long.
Then I start to run, my feet pounding the floor, first slowly then faster and my heart is racing, at least that is what my monitor is saying .130 then 140 and at last the 160 heart beats per minute. I have to control myself at this point , don’t want to overstep it.
    After the first mile it arrives. We feel that sensation of the body saying ok that’s enough, this is not funny anymore. For a couple of years I would fight it untill I reach the second mile and then give up. Now it’s different . I overcome it and say to the body just one more mile, we can’t give up so soon. It’s not easy . That sensation almost ruins the running experience  but is also a test to our determination and courage. It means  the same as life , that the best things take some effort and pain to get.
After the first 20 mns, we start to burn fat (or so it is told). Ddrops of sweat  from my hair start making their way to the floor, in their relentless gravitational path. With quick gestures I clean them (or try to as they keep appearing in my forehead despite my best efforts). This is the best time as the tired sensation eases up and we are in perfect control of our movements. At these times it is easy to get carried away and increase our speed. Do it carefully. If you go too fast you loose that equilibrium and you will be forced to end the journey earlier and feel a bit frustrated. it is also the time we decide if we go to the 10k run or we stop at the five miles.
    If the body responds correctly we go further and further. The euforia feeling is wonderful  and increases with every kilometer. At 7k the tiny problems start to nag more like the sock which is a bit lower than we would like to, the toe that is feeling bruised after so much effort. They are not important , you are, I say to the body. So we keep at it, body and soul in a strange and wonderful symbiosis untill we get to the 10k. At this time I ask myself , can I do one more? Usually I can’t and stop. Sometimes I run one more but so far this one more has been so painfull that it is not worth it.  But I will overcome it. My best is 14k.
The relief and well being feeling afterwards is enormous and worth it. You feel refreshed after a good bath and happy with yourself for having done the run. I absolutely recommend it .

Bruna